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Profissões do futuro

Daqui a 20 anos o planeta terá mais de 8,3 bilhões de pessoas além de ter que lidar diariamente com a mudança climática. A escassez de água potável e de alimentos será um dos maiores quebra-cabeças a ser enfrentado pela comunidade internacional.

A FastFuture, a pedido da BBC, consultou mais de 486 especialistas em 58 países diferentes e procedentes dos cinco continentes. Partindo de um exercício de intercâmbio de ideias a respeito de uma série de tendências em temas econômicos, políticos, sociais, demográficos, meio ambientais, elaboraram uma lista que se dividia basicamente entre "trabalhos que não existem ainda" (por exemplo, policia do clima) e trabalhos que já existem mas que serão mais predominantes no futuro como nanomédicos.

Aqui mostramos algumas dessas profissões:

Fabricantes de partes do corpo. A medicina regenerativa já está dando seus primeiros passos. No futuro precisará pessoas que combinem qualificações médicas, de robótica e de engenharia.

Cirurgiões para o aumento da memória. Possivelmente no futuro será possível implantar um chip que seja como um disco rígido do computador humano para armazenar todas as memórias que o ser humano não é capaz de reter. Serão necessários cirurgiões que saibam fazer este tipo de operação.

Farmagricultor. Profissional com conhecimentos farmacêuticos que permitam modificar geneticamente as plantas, de forma que os cultivos possam produzir mais alimentos com melhor qualidade terapêutica e proteínica.

Arquitetos, motoristas ou guias turísticos... espaciais. Serão necessários motoristas capazes de dirigir as naves espaciais e de arquitetos que permitam ajustar o espaço fora do planeta Terra.

Fazendeiros verticais. O futuro da produção agrícola é vertical. Atualmente já difundem a ideia de uma cidade contida em um arranha-céu de ilimitados andares, onde os alimentos serão cultivados em diferentes andares deste edifício.

Especialista em reversão de mudança climática. Cada vez mais será maior a demanda de profissionais que sejam capazes de reverter os efeitos mais devastadores do fenômeno: pessoas com capacidade de aplicar soluções multidisciplinares.

Descartador de dados pessoais. Pessoas especializadas terão a específica função de destruir dados e informação altamente sensíveis que devem ser eliminadas de forma segura para que não sejam objeto de ciber-ataques. Nada de Ctrl+Z nem Ccleaner.

Organizadores de vidas eletrônicas. A quantidade de informação será tão absurda que serão necessários especialistas em organizar a vida eletrônica: ler e arquivar o e-mail, assegurar que a bagunça ingente de dados estejam ordenados de forma coerente, manejar cartões de crédito e e identificação eletrônica.

Advogados e professores virtuais. Espera-se que cresçam os conflitos sobre direitos de propriedade e downloads na internet, e também a educação a distância através da rede.

Bom, se você ainda não se decidiu que universidade irá cursar, é só dar uma olhada nestas possíveis profissões futuristas e buscar carreiras que apontem para elas.



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Interessante, em 01/10/2010 às 17:49 por Juliane






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